quinta-feira, 23 de fevereiro de 2017

Inação

Os gritos ainda ecoam nos meus ouvidos

O coração dói

Partida

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terça-feira, 21 de junho de 2016

About listen others conversation

So, today I realized that I'll never know what he thought about me. Is he would be proud? What he would said about me to his friends?

If I looked at inside me I should listen, but there's no voice.

Well, I can feel, but what is the reality and not just my wish?


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Work in progress

It's so many feelings that I'm trying to understand and not throw into someone.
The mirror it's amazing but at same time it's hard.

Acknowledge about our own characteristics it's evolution.
Recognize the masks and throw them out it's more necessary than ever.
Change the mindset and not blame anyone it's be responsible and mature.

It's not looks like something new. But in fact it is.
The mission it's to preserve the essence and not try to fix something to put in some rules.
We have to find We below all the thoughts and concepts and beliefs that we think it's ours.
We carry on a lots of that doesn't belongs to our really essence, that one that it's sufocated with rules and beliefs.


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I'm a work in progress.

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domingo, 10 de abril de 2016

Mooving

April start a new chapter in our lifes.

Back to our roots

Hot wet climate again

Back to the ocean

This make sense for us

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Post in June 21.

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segunda-feira, 2 de novembro de 2015

Diga...

Celebrar a vida num dia
Reverenciar a morte no dia seguinte

Um dia de comemoração
Depois de reflexão

Um ciclo que inicia
é um ciclo que termina
Um ciclo que termina
é um ciclo que inicia.

Nasci sabendo que a morte faz parte
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terça-feira, 20 de outubro de 2015

Transmutar

Desenhar. Pintar
Lápis. Papel
Pincel. Tinta. Madeira
Mandala

Conhecimento. Sentimento
Trabalho físico. Mental.

Mandala.

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quinta-feira, 15 de outubro de 2015

O que você vê?

Você culpa seus pais por tudo,
e se não foram eles, então foi seu amigo, ou seu marido,
ou esposa, filho, ou filha, ou o vizinho, ou o chefe.
Nunca eu. Sempre os outros.
 Sempre fora. Nunca dentro.
E seguimos assim, irresponsáveis pela vida.
Apontando fora o que tem aqui dentro,
cobrando do outro a mudança, julgando, enquadrando.
E que o outro mude, mas mude como eu quero.
 Sabemos disso! Mas será que temos consciência disso?
Nós somos tudo aquilo que vemos no outro.

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